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Com motor inédito, R1 2010 chega ao Brasil

31 de May de 2010
Com motor inédito, R1 2010 chega ao Brasil
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Arthur Caldeira

Basta ligar a Yamaha YZF R1 2010 e escutar o ronco de seu motor para perceber que há algo de especial na nova 1.000 cc da casa de Iwata – um som profundo e grave, quase parecido com um rugido nervoso. Resultado de seu inovador virabrequim crossplane, configuração até então inédita em motos de rua. Lançada em 2009 no exterior, a YZF R1 com a mesma tecnologia da YZR M1 de Valentino Rossi na MotoGP só desembarcou agora no Brasil. Mas o grande diferencial dessa nova R1 é que, de fato, o modelo incorpora a mesma arquitetura de motor usada na moto de competição - não se trata simplesmente de uma frase de efeito do departamento de marketing da Yamaha.

Seus pistões posicionados a 90° um do outro, uma característica do tal virabrequim crossplane, é uma das maiores inovações mecânicas no segmento de esportivas nos últimos anos. O intervalo de ignição (270°-180°-90°-180°) faz com que cada cilindro detone individualmente. Isso resulta em uma relação muito próxima de 1:1 entre o torque proveniente da câmara de combustão, controlado pela mão do piloto no acelerador, e o torque transferido à roda traseira. Na prática, garanto-lhes: isso significa uma entrega de torque mais linear e precisa e um controle da aceleração nunca antes experimentado.

Qualquer movimento na manopla do acelerador, por menor que seja, já resulta em uma resposta do motor. Realmente impressionante e, no início, um pouco até assustador. Foram necessárias algumas voltas no circuito de Interlagos, na capital paulista, e também na pista do Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo, em Piracicaba (SP), até que me sentisse mais à vontade com a nova Yamaha R1 2010.

Motor

O propulsor de quatro cilindros em linha, DOHC, com refrigeração líquida manteve a mesma capacidade cúbica do anterior – 998 cm³ – a as quatro válvulas por cilindro. Mas as semelhanças com a versão anterior param por aí. Sem dúvida, o propulsor é o grande destaque da nova moto.

Não pelos 182 cv a 12.500 rpm, que são os mesmos, mas sim pela maneira como entrega essa potência e esse torque. Isso sim o diferencia da concorrência. O novo motor perdeu um pouco aquela explosão em altas rotações, mas por outro lado mostrou um expressivo ganho nos médios regimes. Uma característica, vale dizer, bastante bem vinda em uma moto de rua. Porém mais que isso, o que impressiona nessa nova R1 é a direta conexão entre o acelerador e o pneu traseiro.

Na grande maioria das motos 1.000 cc qualquer giro a mais no acelerador pode ser a diferença entre uma saída de curva mais rápida ou uma derrapagem de traseira. Na nova R1 esse risco diminui, um pouco. Já que, a partir do momento que se acostuma com seu novo motor, fica ainda mais fácil dosar, e até abusar, o acelerador.

A parte “ruim” é que se o acelerador é sensível para aumentar o giro do motor, isso também vale quando se tira a mão. Imediatamente o chamado “freio motor” parece frear a moto e você perde a tomada de curva. Por isso é preciso se adaptar ao estilo da nova Yamaha de 1.000cc. O que não é assim uma tarefa das mais difíceis. Basta ter em mente que tanto para acelerar quanto para tirar a mão é necessário uma dose de progressividade. No restante é somente diversão.

O motor alimentado por uma injeção eletrônica Mikuni ganhou bicos com 12 furos, além de injetores auxiliares. Como na antiga R1, há o duto de admissão variável (YCC-I) que mantém seu comprimento maior até os 9.400 rpm e depois disso o reduz para melhorar o desempenho em altos giros. Essa tecnologia ajuda a melhorar a resposta do motor em baixos regimes e a ampliar sua faixa útil – a letargia do modelo anterior nas saídas de semáforos foi resolvida com o novo motor e também com uma coroa com dois dentes a mais.

Entretanto, esse melhor desempenho em baixos regimes acalmou um pouco, só um pouco, a superesportiva japonesa acima dos 11.000 giros. Não há aquele pico de potência de outras 1.000 cc, mas volto a dizer: um caráter bastante interessante levando-se em conta que, apesar de sua tecnologia de pista, a R1 2010 é uma moto de rua.

Completa o pacote eletrônico o YCC-T, o acelerador eletrônico da Yamaha. Agora o sistema conta com um D-Mode, que traz três mapas de resposta do motor. Mas diferentemente do sistema da Suzuki, por exemplo, o D-Mode da Yamaha apenas altera a resposta desse acelerador eletrônico sem mudar a faixa de potência e torque. Vá por mim, fique no modo Standard. No modo A, o acelerador fica ainda mais arisco e, no B, fica cerca de 30% mais lento.

Ergonomia revista 

Somente o motor completamente novo já seria suficiente para decretar que a YZF R1 2010 evolui em relação à geração anterior. Porém, seria uma injustiça com as mudanças na sua ciclística e ergonomia.

O piloto ganhou uma posição de pilotagem um pouco mais espaçosa, com o guidão 10 mm recuado e o banco posicionado 8 mm mais a frente. Para mim, que meço 1,71 m, ficou perfeito. Talvez incomode um pouco aos motociclistas mais altos. Além disso, as pedaleiras são ajustáveis.

Ângulo de cáster e o trail mantiveram-se os mesmos, mas a distância entre-eixos diminuiu 5 mm. O quadro Deltabox também foi redesenhado e ganhou mais rigidez. O motor está posicionado mais à frente e o tanque de combustível fica mais embaixo, sob as pernas do piloto. Conferindo à nova R1 uma agilidade comparada a algumas esportivas de 600cc. Fiquei realmente surpreso como a nova Yamaha muda de direção com facilidade e é bastante precisa nas curvas. 

Fruto de uma suspensão revista, além de um pneu traseiro um pouco mais alto: agora uma 190/55-17, contra o 190/50-17 da versão anterior de perfil mais baixo. O resultado são curvas radicais com total segurança e facilidade.

Os freios merecem outra menção honrosa: são extremamente potentes, apesar dos dois discos dianteiros serem 10 mm menores em diâmetro (310 mm) que os anteriores. Com pinça de seis pistões fixada radialmente proporcionam uma frenagem com total controle.

Título mundial

Em todos os aspectos, a nova Yamaha YZF R1 2010 é um modelo melhor que o anterior. Na minha opinião, a ciclística ficou mais ágil e arisca, no bom sentido. Em curvas a moto parecia querer deitar muito mais do que era necessário, tamanha sua agilidade. 

Seu motor então, só merece elogios. Realmente revolucionário, confesso que nunca antes tinha acelerado um propulsor que transferisse à roda traseira tão prontamente e precisamente os meus comandos. Ganhou ainda mais força em médios regimes privilegiando os motociclistas comuns. Agora imagine os profissionais.

Basta dizer que o modelo garantiu à Yamaha o primeiro título no Campeonato Mundial de Superbike em 2009. Tudo bem que ao guidão da nova R1 estava o piloto americano Ben Spies, apelidado de “o terror do Texas”. Mas nesse casamento perfeito entre homem e máquina, não podemos ignorar as melhorias da Yamaha YZF R1 2010.

Infelizmente, o novo modelo desembarca por aqui apenas na cor preta e com preço sugerido de R$ 64.218,00 (posto São Paulo). A opção de cor é de bastante bom gosto com rodas douradas e uma pintura fosca. Mas não entendi porque privar os motociclistas brasileiros da cor branca com quadro vermelho, ou ainda do amarelo e preto que remete às cores de pista da marca na década de 70. 

Ficha Técnica:
Motor:
 Quatro cilindros em linha, DOHC, refrigeração líquida, 16 válvulas
Capacidade cúbica: 998 cm³
Potência máxima: 182 cv a 12.500 rpm
Torque máximo: 11.78 kgf.m a 10.000 rpm
Alimentação: Injeção eletrônica
Capacidade do tanque: 18 litros
Câmbio: Seis marchas com embreagem multidisco em banho de óleo
Transmissão final: por corrente
Suspensão dianteira: garfo telescópico invertido com 120 mm de curso
Suspensão traseira: Balança monoamortecida com 120 mm de curso
Freio dianteiro: Duplo disco de 310 mm de diâmetro com pinças radiais de três pistões
Freio traseiro: Disco de 220 mm de diâmetro com pinça de pistão simples
Chassi: Deltabox em alumínio
Dimensões (C x L x A): 2.070 mm x 715 mm x 1.130 mm
Altura do assento: 835 mm
Altura mínima do solo: 135 mm
Entre-eixos: 1.415 mm
Peso seco: 184 kg
Cores: preta
Preço público sugerido: R$ 64.218 (posto São Paulo, sem frete e seguro)

Fotos: Gustavo Epifanio



Fonte:
Agência Infomoto


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Comentarios ( 25 )

topgun - /
postado em: 17/06/2010, 19:48:02

A moto é animal sou propietario de uma r1 2009,não sou piloto,tinha uma naked 600cc,e estou muito satisfeito.O que serve ter ronco e sair perdendo a traseira em curvas,empinando a moto sem querer,com esta moto tenho todo o controle no acelerador e tem mais a moto aqueçe muito pouco,rara as vezes em que a ventuinha arma no transito.Possui um v8 , a r1 com yoshimura trc d pareçe um MUSCLE CAR muito diferente do já acustumado e comum motor four,para quem gosta de exclusividade esta é a moto.
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Nascar - /
postado em: 17/06/2010, 14:12:30

Muito ANIMALLLLLL!!! Será que a rotação em baixa é boa? Será que mediram o consumo? Salve.
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Fly - /
postado em: 03/06/2010, 11:50:32

Eu acho o nariz da Gisele um pouquinho grande. Rssssssssssss
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Webster - /
postado em: 03/06/2010, 11:18:47

Tecnologia não se discute. Um fator interessante é a eliminação de possíveis compradores a cada ano. Antigamente o que determinava um cliente potencial para essas motos era o poder financeiro. Agora além disso tem que ser piloto de competição. Tinha que vir um pacote de treinamento junto com as motos. . .
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PADRE - /
postado em: 01/06/2010, 11:21:08

Só pra informar aos desavisados que acham que o preço maior é por causa dos impostos, não é não! As fábricas nacionais tem 3 vezes mais lucro que qualquer fábrica no mundo e seus revendedores 4 vezes mais lucro que qualquer revendedor no mundo. Simples assim. Sofrível!
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PADRE - /
postado em: 01/06/2010, 11:18:23

No salão Duas Rodas essa moto era vendida por R$50.000,00 por importador independente. Com a Yamaha, deveria ser mais barato não? Jamais poderia ser mais caro! Continuamos sendo enganados! Sofrível!
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Andre - /
postado em: 01/06/2010, 07:56:51

Pelo visto meu comentario não foi entendido, então fafaçamos o seguinte, cada um compra o que quizer conforme seu gosto, sorte dos que tem conhecimento tecnico pra comprar " mais não vale so falar que é melhor só porque ta escrito na revista ta"uma moto pois ela e 1 segundo mais rapida no circuito parabens a esses, eu particularmente prefiro estar satisfeito com a compra que fizer e levo em conta sim o som do motor, a estetica, valor, ja a parte tecnica deixo pros Valentinos, vlw.
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Edu - /
postado em: 31/05/2010, 23:52:41

não consigo entender essa mania de brasileiro que carro e moto tem de ser preto!!!!! já encheu o saco! A Yamaha está há anos nessa, é tudo preto, não tem opção. Você tem a moto que quiser da Yamaha, mas só se for preta!!!!!! Estou comprando uma Kawasaki que tem um grande leque de cores e não fica só no monótono preto. Acorda departamento de marketing da Yamaha vcs não são campeões de vendas no BR, precisam atrair clientes, aumentem o leque de cores, caramaba!!!!!
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luca - /
postado em: 31/05/2010, 22:36:35

menos André.. custa bem menos q 18 mil doletas nos eua..no Brasil os problemas são 1) os roubos ; 2) preço do seguro ..mesmo tendo seguro não da pra andar relaxado. por isso fico com minha Bm k1200 r que é a melhor coisa pelas 2 razões. Já quanto a BM rr tem lista de espera..abs
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André - /
postado em: 31/05/2010, 22:14:52

Fala sério, parece um motor a diesel, glaglagla.... Moto de verdade é a nova ZX-10, um foguete... muito superior a cbr, srad e R1, pena sermos país de 3° mundo onde uma moto de 18.000 dólares é vendida a quase 65.000,00.
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MCS# - /
postado em: 31/05/2010, 21:22:21

Pra quem gosta de ronco, compre um porco... Era só o que faltava, após anos de pesquisa de engenheiros e o aval de nada mais nada menos de um tal de Valentino Rossi, ainda tem uns babacas que poem defeito no ronco? A maioria nao tem grana pra comprar uma CG, e ficam inventando defeito na R1...Por favor...
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FALCAO - /
postado em: 31/05/2010, 20:59:38

Y amaha A FINADA M antem A s H ondas A trás ! kakakakakakakakakakakakakakakaka
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falcao - /
postado em: 31/05/2010, 20:55:44

Y AMAHA A FINADA M ANTEM A S H ONDAS A TRÁS - deu pra entender ! não falem, não reclamem, simplesmente ACELEREM COM EMOÇÃO !
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Azimute-df - /
postado em: 31/05/2010, 20:50:23

Moto esportiva a ser batida agora é a BMW S1000RR essa sim inovou e chegou pra derrubar as japas, só tem que ter 20 mil a mais pra comprar uma. Agora, se for pra ter moto com um ronco igual a R1 eu prefiro uma ducati que tem mais torque, freia melhor, mais leve e mais estilo. Se quer barulho compre uma CG e abra o escape.
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ka-borador - /
postado em: 31/05/2010, 20:43:49

vcs gostão de ronco..leva minha sogra para domir com vcs,ou comprem uma 7 galo,bando de panacas,motocicleta é estilo,gosto,e a paixão por duas rodas,e saber a diferença do pistão,para o meu pistolão.coisa que esté manes tem que ir em ima escolinha de interlagos para aprender.
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hg - /
postado em: 31/05/2010, 18:36:11

e tem mais...pra quem tem CBR dizem que no natal a Honda vai dar uma caixa de óleo de presente pra cada proprietário.....
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hg - /
postado em: 31/05/2010, 18:34:17

Moto fantástica....dá um banho nas outras japas...quem já andou pode dizer que o motor 4 cilindros convencional já era...um abraço pra aqueles que não gostaram do ronco, que em alta rotação é alucinante...
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leo CBR - /
postado em: 31/05/2010, 18:07:13

R1 2010 É igual a HAYABUSA,e seu ronco e igual a TL 1000 ... HORRIVEL, e ainda tem gente gastanto com canos esportivos..... kkkkkkk
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David - /
postado em: 31/05/2010, 14:22:13

É um absurdo avaliar uma motocicleta pelo ronco do motor...quem compra uma moto esportiva de 1000 cc deve acelerar só na pista, existem outras motos mais apropriadas para dar um rolê..até pq sair de bobeira por ai com uma R1 está arriscada a perde-la no farol...é como esses caras que compram ferrari pra ficar andando nas lombadas do Guarujá.
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Ricardo - /
postado em: 31/05/2010, 14:21:49

Sou propietario pela segunga vez de uma R1 2009, não tenho nada a se queixar da moto, qto ao ronco...na estrada fica legal, a moto é muito rapida de curva e mudanças de direção. A alta perde feio para as outras 1.000, mais depois de uma reta sempre vem uma curva, ai ela mostra para o que veio. Defeitos cronicos das R1 novas, barulho ao ligar(corrente de comando ) e luz do oleo que ascende. Todas até hoje tem esse defeitinho de fabrica. O resto a moto ta show de bola..Quem gosta de ronco é mulher
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Marcos David - /
postado em: 31/05/2010, 14:13:07

Olha concordo com o comentário abaixo sobre a qualidade da nova R1 mais o ronco dela ficou meio estranho mesmo não gostei não! Gosto é gosto né galera!!!
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ADM - /
postado em: 31/05/2010, 13:55:31

Affffffff, espero q os motociclistas de verdade ignorem esses 2 ultimos comentarios, um motociclista deve escolher moto pela qualidade, coisa q a Yamaha nunca deixou a desejar em motos acima de 600cc. Qm curte ronco é pq quer se aparecer com o a moto
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Andre - /
postado em: 31/05/2010, 13:25:52

Sei que gosto não se discute, mais acho q a Yamaha errou nesse motor pode ser bom na pista, mais quantos de nos usa moto em pista, a grande maioria usa so pra dar uma voltinha no final de semana, e quem compra um 4 quatro em linha posso estar enganado mais é em muito pelo "ronco do motor" é pura adrenalina, é logico que tem muito mais coisa, mais com certeza isso influencia e muito, tenho varios amigos que compraram e ja venderam estão indo pras Kawas,Suzis e Hondas....
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JB - /
postado em: 31/05/2010, 13:24:19

O ronco do motor da R1 de 2009 em diante é como um V2, não arredonda, como a da antiga TL 1000. Gostos a parte, mas creiro que os engenheiros da Yamaha deveriam repensar sobre esta questão!
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hluca - /
postado em: 31/05/2010, 12:18:42

Mas, a moto 1000 da vez chama-se: BMW 1000RR
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